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ecesar's world | |||||||||||||||
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E o meu aguardado PS2 está bem próximo ! Já tenho o capital ($$$) necessário para comprá-lo há algum tempo, mas surgiu uma oportunidade melhor de fazer esta histórica aquisição: os pais de minha namorada estão indo aos EUA na semana que vem, e ha a possibilidade de que o aparelho seja trazido sem problemas (depende apenas do volume). Entao, o plano é ir à Amazon comprar tudo, mandar entregar no endereço onde eles ficarão por um mês, e o equipamento chega quando retornarem ao Brasil. Otimo, não ? :) Aqui está a lista de compras: - PlayStation2 (US$ 179.99)Se quiserem, podem ver tudo através de minha Wish List. E a Amazon ainda está com uma promoção de free shipping para os produtos das seções de videogames e brinquedos, o que significa que eu não pagarei frete. Mais legal ainda é saber que por 870 reais, preço que eu pagaria num PS2 liso aqui no Brasil, eu consigo todo este pacotão. E com a certeza de que tudo é original mesmo, lacradinho e sem riscos da malandragem brasileira. Lá já tem o bundle com o NA + PS2 por US$ 199.99, uma economia de 20 dolares, mas minha conexao é discada de baixa qualidade e jogos online nao me interessam por enquanto. Daqui a uns quatro meses, quando eu for à SP fazer um curso, posso leva-lo a um tecnico conceituado para instalar um bom modchip, uma vez que moro no Recife e aqui não tem dessas coisas. A grande duvida é: será que o novo modelo V8 (ventilacao mais silenciosa, receptor de controle remoto embutido, suporte a DVDR de filmes) será lançado nas lojas dos EUA dentro deste período de 30 dias ? É uma pena, mas eu acho que não.. Queria já poder comprar este console melhorado. De qualquer modo, já estou feliz da vida por ter esta excelente oportunidade. :D :D :D Ontem entrou no ar o primeiro programa G4 Brasil, mas apenas para a região de SP. O G4 é um canal por assinatura disponível apenas nos EUA, que oferece programação 24hs voltada a videogames, e há algum tempo cobiçado pelos gamers brasileiros - aconteceu até mesmo abaixo-assinado em fórums para isto. Ao que parece, a demonstração de interesse deu certo, e uma produtora independente está produzindo programas semanais de 30 minutos de duração, exibidos aos domingos na Bandeirantes, às 11h30. Infelizmente, este horário na Band é destinado a programação local e produtoras independentes, que varia de acordo com os Estados. Aqui em Recife, todo o horário foi ocupado pelos chatosos programas de vendas da DirecTV e de bugingangas eletrônicas. Apenas moradores de SP assistiram ao primeiro programa do G4 Brasil. Pelo que contaram, o programa era modesto em recursos, porém foi bem feito. Apresentou vídeos de 'Half Life 2', uma longa reportagem sobre 'DOA Xtreme Volleyball', uma entrevista com o Tony Hawk, uma matéria mostrando a redação da EGM Brasil, e vários vídeos de games diversos. Os apresentadores (um casal), apesar de demonstrarem pouca intimidade com o assunto, não chegaram a comprometer o programa. Como praticamente não havia anunciantes, os intervalos duravam menos de 30 segundos, e a meia hora do programa foi muito bem aproveitada para muitas matérias. Agora, os mesmos gamers que organizaram o abaixo-assinado para a vinda do G4 para cá estão mandando toneladas de emails à emissora, solicitando que o programa tenha abrangência nacional. Eu mesmo já fiz a minha parte e mandei o meu email. :) Mesmo que seja um programa semanal de 30 minutos (bem diferente de um canal 24 hs, não é mesmo ?), trata-se do programa mais decente sobre o assunto a ser exibido nas telinhas brasileiras. Alguém lembra daquele programa tosco do Gugu exibido no SBT nos anos 90 ? Nele crianças entravam na tela para jogar um 'Alex Kidd In Miracle World' adaptado, e eram exibidas dicas de games da TecToy para o Master System - se não me engano, o programa chamava-se Game do Gugu. Depois, recordo-me de um outro programa nacional sobre games exibido no canal Multishow, a que pouca gente tinha acesso na época, pois TV por assinatura era novidade ainda. Alguém lembra o nome deste programa ? Hoje em dia, além do novo G4 BR, há pequenas matérias sobre games de menos de um minuto de duração no programa Leitura Dinâmica da Rede TV, de segunda a sexta às 23h30 e domingos às 20h00. E para quem tem CNN International, nas quintas-feiras às 21h45 são exibidas matérias sobre videogames, com duração aproximada de 5 minutos. Antes de qualquer coisa, é preciso dizer que sou um grande fã dos jogos stealth, um gênero que consiste em espionar, assassinar e progredir nas fases sem ser percebido pelos inimigos. Este estilo de jogo foi apresentado ao mundo por Hideo Kojima em seu 'Metal Gear' para o MSX, em meados dos anos 80. Todavia, apenas uma década depois, através de 'Metal Gear Solid' lançado para o PlayStation, a real definição do que seria um jogo stealth atingiu o grande publico. A movimentação em um ambiente 3D proporcionada pelo PS1 foi o elemento principal para o sucesso de MGS sobre seus predecessores para o MSX e NES. Associado aos gráficos excepcionais, história envolvente, personagens carismáticos, jogabilidade perfeita e um estilo cinematográfico de conduzir o game, o jogo foi um sucesso estrondoso e estabeleceu conceitos. Hoje em dia, jogos como 'Harry Potter And The Chamber Of Secrets', 'X2: Wolverine's Revenge' e 'Batman Vengeance', por exemplo, utilizam-se de recursos introduzidos por Kojima, como atravessar áreas sem ser visto e colar em paredes para espiar pelas esquinas. Não que isso seja revolucionário - acontece no mundo real todo o tempo, oras - mas só então passou a ser visto como divertido e digno de ser incluído no mundo dos games. 'Splinter Cell' surge neste panorama, quando o gênero stealth já é bem conhecido e aceito pelos jogadores, e completamente monopolizado pelas criações de Kojima. Na época de seu lançamento, foi exaustivamente comparado a MGS2, lançado para o PS2 um ano e meio antes. O fato é que 'Splinter Cell', baseado na obra escritor americano Tom Clancy, é um jogo mais realista e mais evoluído graficamente, além de acrescentar melhoramentos bem-vindos ao gênero. Para início de conversa, todo o jogo gira em torno de luz e sombras. A sua performance depende não apenas de quão silencioso você é, ou quão distante você está da área de abrangência do inimigo - o seu índice de visibilidade é fundamental. Ao mesmo tempo em que você busca se esconder nas sombras e cantos escuros do cenário, a Ubisoft presenteia seus olhos com belíssimos efeitos de iluminação e partículas, talvez o maior elemento de marketing deste jogo. As sombras moldam-se aos objetos e ao corpo do personagem, e extendem-se no chão em belas pespectivas. Quem experimentou a versão de PC afirma que os efeitos são ainda mais impressionantes, graças aos recursos superiores placas 3D mais recentes. Durante o jogo, entramos na pele de Sam Fisher, um experiente espião americano, convocado para elucidar o desaparecimento de dois agentes, interferir em uma ameaça terrorista e evitar um possível conflito internacional. É chamado de splinter cell por operar sozinho, e sem nenhum vínculo reconhecido com o governo ou mesmo o país, em caso de ser capturado. A história é bastante interessante, e nos são apresentadas as duas faces da moeda: os fatos que descobrimos em escutas e computadores durante as fases, e as notícias que chegam a público em flashes de um telejornal. Sam possui à sua disposição diversos apetrechos tecnológicos, que vão da tradicional pistola 9 mm com silenciador à minas adesivas com sensor de movimento. O melhor equipamento, em minha opinião, é o rifle com mira telescópica: não há nada mais prazeroso que fazer precisos headshots a distância, em absoluta segurança, como um bom sniper. E com direito a oscilação da mira de acordo com a respiração, e a possibilidade de fazer períodos de apnéia para mirar melhor. Esta mesma arma também pode disparar projéteis secundários (granadas de fumaça, microcâmeras adesivas, balas de borracha, etc) e operar em modo de tiros individuais ou rajadas. O personagem ainda possui óculos especiais para visão no escuro e para visão térmica, além de uma microcâmera com fibra óptica para espionar sob as portas antes de decidir por abrí-las. Em algumas fases, temos ordens de não abater ninguem. Então, vale truques como golpes na cabeça (cotoveladas, balas de borracha) ou bombas de fumaça para imobilizar. Uma boa dica é atirar de longe usando as câmeras adesivas como munição, mirando sempre um pouco acima da cabeça: além de deixar o inimigo inconciente, as câmeras são os únicos projéteis no jogo que podem ser recuperados (apanhados no chão) e reutilizados infinitamente. Também faz parte do jogo a penosa tarefa de carregar os corpos para locais afastados e pouco iluminados, evitando que sejam encontrados e os alarmes disparados. Para ser sucinto: os gráficos são excelentes, os sons são igualmente excelentes (e totalmente integrados à jogabilidade), os movimentos do personagem são bastante realistas, a história é envolvente e as fases são bem diversificadas. Do ponto de vista técnico, este jogo chega bem proximo à perfeição. Mas nada disso é o real atrativo de 'Splinter Cell'. O grande lance é poder cumprir cada uma das missões utilizando meios bem diferentes em cada jogada, e experimentar novas técnicas e estratégias para ser bem sucedido. Foi isso que me fez jogar tanto este título, e o que me faz recomendá-lo fortemente a vocês. Se você gosta de jogos de espionagem, não pense duas vezes: compre ! :) Recentemente tem sido bastante divulgado em fóruns e pelo IRC a existência de ISOs de GameCube disponíveis para download. Os grupos que estão envolvidos neste processo de distribuição estão trabalhando a todo vapor, e diariamente vários ISOs tem sido disponibilizados via FTP, P2P e download direto via web. Todavia, é preciso ficar claro que os ISOs ainda nao podem ser testados ou utilizados, devido às limitações de mídia no GameCube, à ausência de informações de boot ou de modchips desenvolvidos, e à indisponibilidade de emuladores para o cubo. Ou seja, as tais ISOs ainda são absolutamente inúteis, e nem podemos testar sua fidedignidade. Ainda assim, convenhamos que extrair as informações dos Mini-DVDs não é tão difícil, pois mesmo que não sejam lidos pelos drives convencionais de PC, basta monitorar (grampear) a leitura dos mesmos pelo proprio hardware do GC. Rumores ainda mais recentes sugerem que o GameBoy Player pode se tornar um aliado a mais na empreitada, uma vez que informacoes de boot podem ser inseridos em um cartucho Flash-ROM para fazer rodar os supostos futuros discos em DVD-R. Inclusive, já podem ser encontrados no mercado Mini-DVD-Rs de 1.5 GB fabricados pela Maxel, com as exatas dimensões dos discos do cubo, voltados a videocams digitais. Agora é aguardar os acontecimentos. :) Que tal incrementar o seu novo MAME 0.7 baixando alguns arquivos que oferecem funções e informações importantes ? Tente o catver.ini, o mameinfo.dat, o cheat.dat, o hiscore.dat e os screenshots, cabinets, icons e backgrounds. Estes últimos são voltados ao MAME32, e oferecem uma prazerosa evolução visual no uso do software. Como mencionei várias vezes, Recife é uma cidade desprovida de bom suporte a videogames, e os donos de PlayStation 2 sentem isso na pele. Sem suporte de gamelocadoras, com poucas lojas vendendo (precariamente) jogos alternativos, e encontrando preços estratosféricos nos jogos originais (em torno de 300 reais), é uma excelente ideia que os usuários recifenses de PS2 aproximem-se. Foi com esta ideia que um grupo de amigos criou o site PS2 Recife, que apesar de bastante simples representa uma excelente ideia. Há algum tempo fomento a ideia de fazer algo semelhante voltado para a comunidade GameCube em Recife, mas a preguiça sempre me fez adiar este projeto. Espero que alguém mais disposto tome esta iniciativa - e por favor me avise para eu me cadastrar. :) E já chega de escrever, que este post está grande o suficiente ! Estarei viajando ao Rio de Janeiro esta semana, e veremos que novidades eu trago na volta. Até lá. :)
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